Gestão e Sustentabilidade
Seria difícil colocar no mercado uma ideia ou algo que existe com outro formato atualmente no País? Com certeza não, o Brasil registrou em 2010 a maior taxa de empreendedorismo entre os países que integram o G20, grupo das maiores economias do mundo, e dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), formado pelos países considerados emergentes.
Com o nível de crescimento qualitativo, estamos no caminho para chegar ao mesmo nível de países desenvolvidos, mostrando a vitalidade da economia brasileira.
Os empreendedores veem na atividade varejista a melhor oportunidade de investimento. Somos um país formado de misturas, cultura e alto nível de consumismo. De cada 100 novos negócios, 25% opta pelo comércio. Na sequência, estão os ramos de alimentação e hospedagem, atividades imobiliárias e indústria de transformação. O Brasil virou a bola da vez.
As atitudes empreendedoras revelam a disposição geral da população com relação ao empreendedorismo e aos empreendedores. As sociedades são beneficiadas com a presença de indivíduos capazes de reconhecer oportunidades de negócios no ambiente, bem como por aqueles que percebem a própria capacidade e habilidades para explorar tais oportunidades.
Além disso, se a atitude geral de um país em relação ao empreendedorismo é positiva, propiciará o suporte para a atividade empreendedora em aspectos como disponibilidade de recursos, apoio de redes de relacionamento, programas de apoio, entre outras.
A atitude empreendedora é avaliada pela pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor) por meio de diversos indicadores, os quais são agrupados na análise global de 2010, conforme abaixo:
• Intenções empreendedoras. As intenções dos indivíduos de optarem pela carreira empreendedora.
Desde 2003, o perfil do empreendedor por oportunidade no país tem sido maioria, sendo a relação versus necessidade, desde o ano de 2007. Em 2011 o Brasil novamente supera a razão de dois empreendedores por oportunidade para cada empreendedor por necessidade, o que já havia ocorrido em 2008.
Apesar das condições macroeconômicas estarem favorecendo o empreendedorismo no Brasil, ainda precisa evoluir significativamente nas condições mais ligadas às políticas de apoio ao empreendedor, ou seja, as políticas públicas. Vivemos em um país cheio de disparidades e conceitos. O empreendedorismo no Brasil cresceu de uma forma sustentada, mas para continuar com o mercado em ascensão é necessário planejar e inovar ainda mais.
Muito bom, Maiso. É disso que o Brasil precisa.